Sendo neto de escravos angolanos, seu primeiro contato com a música foi ouvindo os batuques do terreiro de candomblé no quintal de sua casa. Seu reconhecimento foi demorado e um pouco sofrido até que consagrou-se misturando reggae, samba, rock e funk à letras sobre críticas e sátiras sociais. Seus shows eram verdadeiros espetáculos que misturavam música, poesia, dança e teatro (uma de suas maiores paixões). Teve canções regravadas por outros grandes intérpretes como Ná Ozzetti, Cássia Eller e Zélia Duncan. Itamar morreu em 2003 deixando ao mundo uma obra única e preciosa. (Katiú) (Mais Informações)